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CICLO “EDUCAÇÃO, RESISTÊNCIA E AÇÃO”

 

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Relembramos a sessão com Wanderley Geraldi e Corinta Geraldi sobre “Diferentes usos da narrativa de experiências na investigação em educação” que, inicialmente, previmos para o dia 16 de Junho e que afinal tivemos de adiar para esta sexta-feira, dia 20. Mas temos agora o gosto de anunciar que esta sessão será enriquecida pela apresentação do livro “Histórias no Feminino”, da autoria de Joana Cavalcanti, Mercedes Blanchard, Ana Cristina Pinheiro, Irene Cortesão Costa, Paula Medeiros e Sara Ribeiro, e com ilustrações de Walter Almeida. O trabalho que permitiu a elaboração deste livro servirá de ilustração à defesa que os conferencistas farão da utilização da história oral na pesquisa em educação. Não percam! 

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Recordamos Wanderley Geraldi e Corinta Geraldi são professores jubilados da Universidade de Campinas, com uma vasta experiência de pesquisa e intervenção em problemas socioeducativos no Brasil. Corinta Geraldi foi também Secretária da Educação do Estado de Campinas. Wanderley Geraldi é um linguista com uma grande e reconhecida produção teórica. Situação particularmente significativa para o IPFP é o facto de terem sido ambos amigos e intensos colaboradores de Paulo Freire, quando ele regressou ao Brasil, após o exílio, e era Secretário da Educação do Estado de São Paulo. 

Esta será a última sessão do presente ano lectivo e, deste modo, fecha-se que o com “chave de ouro”. 

Saudações amigas

A Presidente do Instituto Paulo Freire de Portugal

Luiza Cortesão

 
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CICLO “EDUCAÇÃO, RESISTÊNCIA E AÇÃO”

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No dia 4 de Junho vamos ter oportunidade de participar numa sessão dinamizada por Fernanda Rodrigues sobre “A contramão das políticas sociais e a intervenção socioeducativa”. Fernanda Rodrigues doutorada em Serviço Social pela PUC de São Paulo, atualmente investigadora do CIIE-FPCEUP, tem um vastíssimo currículo de intervenção no domínio das políticas sociais, direitos sociais e acção local, mais especificamente nas áreas da Assistência Social, Pobreza e Exclusão Social, Acção Local e Mudança Social.

Para além do público habitual deste ciclo, chamamos especial atenção aos professores e/ou profissionais destas áreas por que se trata de uma sessão de particular interesse que não deve ser perdida. Contamos convosco!

Saudações amigas 

A Presidente do Instituto Paulo Freire de Portugal 

Luiza Cortesão

 

 

 


 
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?Comemorando os 50 anos de Angicos

Entre os dias 23 e 25 de Abril teve lugar em Natal, em Rio Grande do Norte, Brasil, um encontro de grande qualidade promovido pelo SINTE/RN. Este encontro foi seguido de outro, igualmente interessante, no Vale do Açu, também no Nordeste na região semiárida do Brasil.

Em ambos os encontros participou Luiza Cortesão do IPFP.

115Um anfiteatro com muitos professores

116Debates

117Uma assembleia atenta

118Numa sala repleta, a descontração entre as diferentes sessões

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120Festejando o fim de uma etapa

Vale do Açu é muito próximo de Angicos, local onde teve lugar, há 50 anos, a célebre experiência de alfabetização de adultos concebida e desenvolvida por Paulo Freire.

121Muito trabalho mas muito boa disposição

Tirando partido da proximidade de Angicos, os organizadores das sessões de Natal e de Vale do Açu, proporcionaram aos participantes um emocionante encontro com um grupo de 11 das senhoras e senhores que 50 anos antes tinham frequentado aquele curso de alfabetização.

118aUma cordelista deliciando os participantes

123Uma sala com alunos, professores e ex-alunos de Paulo Freire, em Angicos.

Com doçura, afabilidade, naturalidade e persistência, as organizadoras deste encontro foram conseguindo fazer desaparecer naquelas pessoas o embaraço natural que geralmente perturba um primeiro encontro. E assim foi possível que tenha conseguido estabelecer um emocionante e afetuoso diálogo com todos eles, testemunhas vivas de uma das mais extraordinárias experiências de educação de que temos conhecimento.

124O início ainda formal com os “alunos” de Paulo Freire.

A pouco e pouco, elas foram revelando a sua opinião sobre as situações que tinham experienciado, sobre emoções que tenham vivido, sobre o próprio Paulo Freire e sobre os efeitos que aquela experiência teve, posteriormente, nas suas vidas. A mais nova, filha de dois dos alfabetizandos de então, disse, por exemplo: “me alfabetizei no colo de meu pai e ao lado de minha mãe”; “sei ler e escrever e sei votar”, disse outra; e ouvimos outras frases como: “Paulo Freire era muito humilde com a pobreza, não queria saber da riqueza, queria saber dos pobres”.

125Quebrado o gelo, surgiu a comunicação e depois o afeto

126Já com saudades, a despedida dos “alunos” de Paulo Freire.

No discurso atual dos ex-alunos/as de Paulo Freire ainda ecoam efeitos que explicam por que razão, na sessão de encerramento do curso de há 50 anos, e depois de ouvir os alunos de Paulo Freire, a afirmarem-se como cidadãos, o General Humberto Castelo Branco se tenha assustado e tenha dito ao Secretário de Educação Calazans Fernandes: “meu jovem, você está engordando cascavéis no Sertão”.

De facto, ouvimos frases como: “agora sei todos os meus direitos”; “tinha seis anos à época. Acabaram as aulas e o material foi queimado. Eu escondi o meu caderno no colchão da minha mãe, pensando que ali eles não iam encontrá-lo. Mas encontraram e queimaram. Eles disseram que todos os que tinham estudado iam ser presos.”

Estes discursos explicam portanto, que, logo a seguir, e uma vez estabelecida a ditadura, Paulo Freire tenha sido preso e que, posteriormente, tenha sido forçado a fugir e a exilar-se da sua própria terra que tanto amava, durante muitos anos.

Poder vivenciar encontros com a qualidade destes, encontros participados por um grande número de professores e promovidos por um sindicato de trabalhadores de educação, poder partilhar com colegas de profissão a coragem e empenhamento, que revelam no seu trabalho, ajudam-nos a ter coragem para continuar diversas lutas em que estamos empenhados e estimulam-nos a continuar a pensar que, como dizia Paulo Freire: “se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda” (Freire, 2000:67).

Parabéns aos/às organizadores/as, e obrigado em especial a Inez Garcia e Inês Moraes que formalizaram o convite ao Instituto Paulo Freire de Portugal para partilhar das suas interessantes iniciativas.

 

 


 
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CICLO “EDUCAÇÃO, RESISTÊNCIA E AÇÃO”

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É já no dia 18, terça-feira, às 18 horas, que decorrerá, na sala 120 da FPCEUP, mais uma sessão do ciclo “Educação, Resistência e Ação”, dinamizada por Suzana Ralha.  Nesta sessão, o tema que por ela será  abordado é “Arte e educação no trabalho com comunidades”.

Suzana Ralha tem um extenso e interessantíssimo currículo na área da intervenção comunitária. É disto exemplo, o trabalho que desenvolveu quando da programação do Porto 2001, Capital Europeia da Cultura e, mais recentemente, em Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura. Basta recordar as óperas ‘Wozzeck’  e ‘Demolição’, feitas com a participação de elementos da população de bairros do Porto, bem como todo o envolvimento da população de Guimarães nas actividades desenvolvidas pela área ‘Comunidade’, que coordenou.

Mais uma vez, gostaria de afirmar que se trata de uma sessão que será, certamente, muito estimulante pelo que contamos com a sua presença. Não perca!

Saudações amigas

Luiza Cortesão

 
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CICLO “EDUCAÇÃO, RESISTÊNCIA E AÇÃO”

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É já na próxima 5ª feira às 18 horas, dia 13 de Fevereiro de 2014, na sala 120 da FPCEUP, que decorrerá mais uma sessão do ciclo “Educação, Resistência e Ação”, dinamizada por Eunice Macedo.  Nesta sessão Ser ‘sujeito inteiro’ no ensino superior: ‘sustentabilidade’ como pretexto” serão discutidas possibilidades de promoção da cidadania educacional no ensino superior, através do desenvolvimento de estratégias metodológicas dirigidas e sustentadas no exercício da cidadania. Irá ser feita a análise do trabalho realizado no decurso de um IP Erasmus, com base na apreciação feita pelas pessoas jovens participantes. Este curso intensivo teve lugar em Bristol no ano transacto, envolvendo um total de 48 alunos de 9 universidades Europeias distintas e explorou o tema da educação para o desenvolvimento sustentável.

Partindo da compreensão da reciprocidade assimétrica que está presente na relação educativa, esta conversa faz a proposta e mostra formas outras de fazer educação numa lógica de promoção de sociedades mais justas e sustentáveis, à medida das nossas vidas e do nosso trabalho.

Mais uma vez, gostaria de afirmar que se trata de uma sessão que pelo seu conteúdo e pela excelente capacidade de comunicação de Eunice Macedo, será certamente muito estimulante pelo que contamos com a sua presença. Não perca!

Saudações amigas

A Presidente do Instituto Paulo Freire de Portugal

Luiza Cortesão 

 
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